domingo, 12 de março de 2017

COMO SE CONSTRÓI UMA PRÉ-CANDIDATURA, ENROLANDO O POVO COM CONVERSA

Mesmo negando e tentando não deixar transparecer, a presença constante do Desembargador do Tribunal de Justiça do RN, Cláudio Santos nada mais é que um balão de ensaio em preparação de uma possível candidatura sua ao governo do estado.


Taticamente o Desembargador está sendo orientado a se expor, midiaticamente e se posicionar sobre assuntos de interesse direto da população, mesmo que sejam assuntos espinhosos como a questão de construção de presídios, problemas na saúde pública entre outras mazelas seculares que se mantém na ordem do dia no estado das oligarquias mais poderosas do país. Ao emitir opiniões sobre questões de toda ordem, Cláudio Santos espera criar uma situação de aproximação com as camadas populares e assim, se credenciar a uma possível candidatura a já deteriorada vaga de Robinson Farias.

Cláudio Santos quer aparecer e convencer, sua pretensão é de parecer ser aquele homem público que não é político tradicional, não pertence às velhas oligarquias (mesmo que algumas delas venham a lhe apoiar) e que tem uma visão moderna de administrar a coisa pública (esse é o discurso da moda, pós-golpe). É a velha ideia do novo em peles antigas. Se colar, colou! Que venha 2018. Tudo isso só me lembra Collor, Micarla, Rosalba e agora Robinson Farias... Todos soluções genéricas para problemas reais.

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