segunda-feira, 20 de junho de 2016

MERCADO DE LPS CHEGA AO PATAMAR DA DÉCADA DE 1980

O mercado atual de discos de vinil se compara aos números de vendas do ano de 1988, com cerca de 17 milhões de Lps vendidos no passado apenas nos EUA.

Cientistas estão desenvolvendo novos materiais para fabricação de discos de vinil. Os colecionadores e amantes dos velhos LPs têm um bom motivo para comemorar, pois os discos de vinil estão voltando a ser fabricados em grande escala em todo o mundo, e os cientistas estão trabalhando para tornar a sua qualidade de som ainda melhor.

Um artigo publicado na Chemical & Engineering News (C&EN), a revista semanal da American Chemical Society, faz uma retomada a invenções do passado que levaram ao disco clássico de vinil ou LPs, e ainda apresenta o futuro que eles podem ter.

Matt Davenport, editor associado da C&EN, observa que no início, os dispositivos de gravação de som eram tubulares, que remonta à invenção do fonógrafo de Thomas Edison em 1877. Seus cilindros originais eram envoltos em folha de estanho, o que deu lugar a uma versão de cera criado no laboratório de outro grande inventor, Alexander Graham Bell.

Os LPs têm resistido bravamente à revolução digital, pois as vendas nos EUA no ano passado ultrapassaram a marca de US $ 400 milhões. Este foi o melhor ano do vinil desde 1988, até mesmo batendo a receita de uma das formas mais populares de hoje do consumo de música on-demand como o Youtube e o Spotfy.

A boa notícia é que os químicos estão experimentando diferentes formulações de vinil para criar registros com som de qualidade ainda superior, e se tiverem sucesso, ainda mais ouvintes poderão migrar de volta para esta tecnologia que nunca fica ultrapassada.

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