segunda-feira, 25 de abril de 2016

MÍDIA: INFORMAÇÃO É PODER

Falar em direitos de liberdade passa primeiramente pelo crivo dos deveres que se têm com o coletivo. A Rede Globo de Televisão se coloca em todas as ocasiões como vítima quando os seus direitos de cobrir fatos são repudiados pela população, afirmando estar em perfeita consonância com a verdade e imparcialidade. Isso é uma utopia, afirmação descarada e repugnante.

Mas o que todo mundo sabe, ou pelo menos identifica, é que a sua forma de fazer jornalismo passa pelo descaramento de se colocar em posição consolidada em dado lado da história. A estratégia passa longe de ser tão demasiadamente notada, mas não precisa ser tão aparente para ser óbvia em tantas reportagens e matérias, além de ser clara a posição pela forma como seus âncoras as expõem nas bancadas dos telejornais.

Esses têm em sua escala a ideia da desconstrução de outras ideias, sendo o alvo a mente frágil da população desinformada dos reais propósitos, na qual é desmiuçada a todo momento por analistas e comentaristas adestrados para falar o não e omitir o sim e vice-versa.

O “espera aí não é comigo” é sempre válido e recorrente quando a carapuça é descartada e não se faz dela companheira pelos os políticos que são pegos em corrupção. A resposta é sempre um “não”.

Isso também acontece com os meios de comunicação. A corrupção também está presente nessas empresas. Como foi lembrado, elas fazem uso de sua licença pública para não somente gerar capital particular, como também meio de auxílio para que esses políticos se beneficiem de forma ilícita do capital público.

Uma coisa leva a outra. Informação é poder, por sua vez isso se consolida por meio do capital. Isso pode ser exemplificado pelo fato que de norte a sul do país os meios de comunicação são de propriedade de políticos.

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