quinta-feira, 20 de agosto de 2015

COMBATE A VIOLÊNCIA, REFORMA URBANA, REFORMA AGRÁRIA, DEMOCRATIZAÇÃO DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO

Todos estes, são temas que estão na ordem do dia, se comunicam entre si, precisam do apoio popular para ser reformados e apresentam enormes desafios para que o governo e o Congresso Nacional deem respostas à sociedade, contudo, estão esquecidos aos ouvidos e compreensões dos que estão nas ruas exigindo como mudanças o fim do governo da presidenta Dilma, sem fazerem a associação do fato de que, principalmente a violência que vivemos hoje nas grandes e pequenas cidades só será combatida com maiores investimentos e políticas governamentais que resolvam definitivamente o secular problema do campo (reforma agrária), da educação (valorização da escola pública de qualidade e gratuita, da creche a universidade), mais empregos com mais direitos para tod@s os trabalhad@res. 

O controle tendencioso dos grandes canais de comunicação manipulando informações em detrimento dos interesses corporativo-empresariais das grandes famílias que controlam estes órgãos é outro fator que agrava a desinformação, vende a ideia de uma crie sem controle e alimenta o ódio de classe tão presente hoje nas manifestações dos que preferem que o Brasil volte ao passado sob o controle das elites dominadoras. Democratizar estes meios de comunicação é desafio que necessita de maior empenho das massas populares para se discutir o verdadeiro papel da comunicação na educação social.

Com isso, e exatamente por falta de maior politização e compreensão do que está em disputa no nosso país, esta parcela da população que vem às ruas de forma raivosa, motivada por sentimentos antidemocráticos, a ponto de pedir a volta da ditadura militar, imaginando que a violência no país será resolvida com repressão e cadeia para adolescentes e jovens (redução da maioridade penal), que a inclusão social dos que ascenderam pelas políticas públicas governamentais é coisa de “comunista” e a criminalização dos movimentos sociais é uma necessidade para a segurança nacional, só incentiva e estimula práticas primitivas como a homofobia, a xenofobia, o preconceito de cor e raça e o apartheid social, alimentando a ideia de que, pobre tem que continuar pobre e sem direitos e os ricos devem ficar mais ricos, por donos da nação e explorando a classe trabalhadora. É esta a democracia que querem as elites e a direita brasileira.

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