quinta-feira, 23 de julho de 2015

PESQUISA RELACIONA CACHORRO-QUENTE COM CÂNCER E LEUCEMIA NA INFÂNCIA



É preciso mudar nossos hábitos e riscamos esse sanduíche do nosso cardápio

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Quando éramos crianças, adorávamos comer cachorro-quente!  Era um lanche fácil, tudo o que tínhamos a fazer era aquecer a salsicha, colocar no pão e comer.  Também adorávamos o cachorro-quente da nossa lanchonete favorita.

De acordo com artigo publicado no jornal Los Angeles Times, citando pesquisa publicada na revista Causas e Controle do câncer, crianças que comem mais de 12 cachorros-quentes por mês têm 9 vezes mais risco de desenvolver leucemia.

O LA Times acrescenta informando que duas outras pesquisas publicadas na mesma edição de Causas e Controle do Câncer sugerem que crianças cuja mãe comia regularmente cachorro-quente antes de elas nascerem têm o dobro do risco normal de desenvolver tumores cerebrais.

As pesquisas foram comandadas pelo epidemiologista John Peters e podem  ajudar a explicar por que a incidência de leucemia infantil e de tumores cerebrais tem aumentado tanto nas últimas décadas. Mas o que há de tão errado num delicioso cachorro-quente?

A salsicha é a resposta. Salsichas contêm nitritos, que funcionam como conservantes e são utilizados principalmente para combater o botulismo.

Nitritos de vegetais também têm vitaminas C e D, que servem para inibir a formação de compostos N-nitrosos.  Além disso, os nitritos de vegetais não foram adicionados artificialmente, eles fazem parte de um processo da natureza.


Fonte: Cura pela Natureza

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