segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

O APEGO PREJUDICIAL QUE ESTÁ DENTRO DE VOCÊ

Entenda a importância de se desapegar de pessoas e sentimentos que já não servem mais

O ano de 2015 já começou e o mês de janeiro está quase chegando ao fim. Isso não é nenhuma novidade para mim ou para você, mas ter a noção do tempo é importante para não se esquecer de que as horas passam e as datas do calendário também.

O dia acaba e você não pode voltar os ponteiros do relógio. Você o deixa seguir e se prepara para o amanhã. A lógica parece simples e óbvia, pois não podemos controlar o tempo. Mas, ao assumirmos o controle da nossa própria vida, será que aceitamos encerrar ciclos e nos libertar de tudo o que já chegou ao fim?

Se você não abrir mão do que é velho e ultrapassado, como vai deixar algo novo entrar na sua vida? Quando o assunto é apego material, a personal organizer Márcia Kohler sabe bem o quanto o acúmulo de objetos pode gerar perda de tempo e desorganização. Em seu trabalho, ela ensina a importância de desapegar, reciclar e renovar a casa e o guarda-roupa sem grandes sofrimentos.

Mas desapegar não é algo tão simples assim. “O que eu percebo é que quase todas as pessoas têm a sensação de que vão precisar daquela peça ou objeto em algum momento. As peças vão se acumulando e a pessoa não descarta. Tem o ditado que diz que o que não é visto, não é lembrado”, completa.

Por isso, para começar a desapegar, é importante separar o que você usa com frequência e o que está em desuso. “Se a pessoa compra três peças de roupa, ela pode descartar três que já não usa mais. Não precisa ser nessa proporção. Mas é importante descartar. Se fizer dessa forma, a probabilidade de acumular coisas que não são usuais são menores.”

Desapegue-se

Para começar, defina a “semana do desapego”. Escolha um período para fazer uma faxina geral na sua casa ou quarto. Uma arrumação é o primeiro passo para identificar tudo o que você tem guardado. É possível que você encontre objetos esquecidos. Se eles estão sem uso, abandonados nas estantes e gavetas, avalie a utilidade. Eles merecem um cantinho na sua casa ou apenas ocupam espaço?

Se você não usa mais o objeto, mas ele poder ser útil para outra pessoa, que tal fazer uma doação? Se está danificado, verifique se vale a pena consertá-lo. Se está sem uso, quebrado ou não tem conserto, é sinal de que deve ser descartado. O mesmo vale para o seu guarda-roupa. Se ele está desorganizado e cheio de peças amontoadas, faça uma arrumação dedicada. Separe as peças em três categorias: “usar”, “doar” e “descartar”. Essa dica vale para roupas, livros, e todos os objetos que você armazena em sua residência.

Depois de ficar apenas com o que for realmente útil, arrume tudo em seus devidos lugares. Com os espaços limpos e organizados, tudo ficará mais leve. Até mesmo para armazenar as suas próximas aquisições.

Fonte: Folha Universal

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