segunda-feira, 13 de outubro de 2014

PROFESSORES DENUNCIAM DESCASO DO GOVERNO DO PSDB COM A EDUCAÇÃO EM MINAS GERAIS



Os professores de Minas Gerais denunciam o descaso da administração tucana não só com educação, mas também com saúde, segurança pública e outros setores importantes. Quem conhece de perto as propostas de Aécio Neves colocadas em prática pode falar com propriedade sobre uma administração que fracassou.

A nota do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (SindUTE/MG) intitulada “O que Aécio fez em Minas serve para o Brasil?”, denuncia a administração desastrosa dos tucanos em Minas Gerais: o choque de gestão que demitiu milhares de funcionários públicos, além da desvalorização dos trabalhadores, a redução de investimentos em saúde e educação, o salário dos professores abaixo do piso nacional e o congelamento de carreira.

“Ao assumir, ele promoveu o choque de gestão, com a ideia de que o Estado deveria gastar menos com a máquina administrativa e mais com as pessoas, e que o Estado equilibraria as suas contas. Após 12 anos, o saldo é extremamente negativo. O Estado não cuidou das pessoas, temos problemas estruturais nas áreas de saúde, educação e segurança pública, não temos políticas que cuidam da nossa juventude, que combatam a violência, as drogas e que promovam a educação e o ingresso no mercado de trabalho”, diz anota.

Os professores ainda acusaram a administração tucana de fazer “programas sociais de vitrine” que servem apenas para propagandas políticas e não atingem, de fato, a maioria da população. Há ainda a acusação de implantação dos programas do governo federal com outros nomes.

De acordo com a nota, o governo do PSDB deixou de investir mais de R$16 bilhões em saúde e educação, isso porque não cumpriu a Constituição Federal que estabelece o mínimo de investimento de 12% dos impostos em saúde e 25% em educação. O método utilizado para fazer investimentos abaixo do estabelecido é a “administração criativa”, que consiste em incluir o orçamento de aposentadoria na conta total, medida que infringe a Constituição.

Apesar da obrigatoriedade de investir pelo menos 25% dos impostos em Educação, em 2003 Aécio investiu 22,84%, em 2004 investiu 21,69%, em 2005 investiu 21,34%, em 2006 investiu 18,66%, em 2007 investiu 18,73%, em 2008 investiu 20,97%, em 2009 investiu 20,28% e em 2010 investiu 19,97%. Em nenhum ano cumpriu a Constituição. 

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