quarta-feira, 22 de outubro de 2014

PRESIDENTE DA OAB DEFENDE REFORMA POLÍTICA E PLANO ANTICORRUPÇÃO

No discurso que deu início à 22a Conferência Nacional dos Advogados, na noite da última segunda-feira (20), no Rio de Janeiro, o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Marcus Vinicius Furtado Coêlho, clamou aos milhares de presentes ao evento empenho na realização de uma reforma política democrática no país e no combate sistemático à corrupção, duas bandeiras empunhadas pela OAB em sua luta pelo aperfeiçoamento das instituições republicanas.

Marcus Vinicius disse que “uma nação constituída por um povo livre e de iguais, eis a promessa constitucional a ser efetivada."Marcus Vinicius disse que “uma nação constituída por um povo livre e de iguais, eis a promessa constitucional a ser efetivada." “O Brasil necessita de uma profunda reforma política democrática para assegurar a igualdade de condições entre os candidatos, fortalecer e democratizar os partidos políticos, estimular o debate programático, diminuir os custos de campanhas eleitorais, conter o abuso de poder político ou econômico, proteger a probidade administrativa e implementar os instrumentos de democracia direta previstos na Constituição, como referendo e plebiscito”, disse.

“Apresentamos aos presidenciáveis a Carta do Contribuinte Brasileiro, exigindo maior justiça fiscal; e o plano de combate à corrupção. A República é incompatível com o desvio da coisa pública e o seu uso para fins ilícitos”, completou.

Quanto ao temário geral da Conferência Nacional, “Constituição Democrática e Efetivação de Direitos”, Marcus Vinicius disse que “uma nação constituída por um povo livre e de iguais, eis a promessa constitucional a ser efetivada. A razão de existência e a meta a ser alcançada pelo Estado brasileiro é a dignidade da pessoa humana.”

E completou: “Não aceitamos a voz única do autoritarismo. Temos repulsa ao preconceito, à discriminação e à intolerância. Propugnamos pela pluralidade, pelo respeito à diferença e pela centralidade do ser humano.”

Da Redação em Brasília

Com informações da OAB

Nenhum comentário:

Postar um comentário