terça-feira, 28 de outubro de 2014

DERROTADA, DIREITA FACISTA PREGA DISCÓRDIA NACIONAL COM DISCURSO DIVISIONISTA DO PAÍS

Por Professor Antônio Neves

Vitória de Dilma/PT reacendeu sentimento de poder popular no Brasil

Nada a duvidar da capacidade da direita brasileira para tentar desestabilizar a vida política nacional. Derrotada nas eleições que hora terminaram, à direita e seus correspondentes mais diretos: canais de rádios, televisões, blogs, revistas e outros signatários disfarçados, inconformados com a decisão da maioria da população, começam uma nova fase de intervenção política nas discursões pós-eleitorais visando tão somente criar um estado de insatisfação tendencioso que promova situações de descontentamento por parte dos derrotados.

Nas redes sociais aumentaram as agressões aos nordestinos e as minorias devido estes segmentos terem dado maioria esmagadora a candidata da esquerda representada pela presidenta Dilma que foi reeleita para um segundo mandato apoiada sobre propostas claras de aprofundar as mudanças e realizar, com a participação direta do povo, as reformas reivindicadas pelos setores estratégicos da sociedade e grande maioria da juventude e movimentos organizados, e, este é o maior medo desta elite que, sem nenhum constrangimento assumiu sua condição ideológica fascista e associa-se a comportamentos nada saudáveis para a consolidação da democracia e das liberdades coletivas e individuais quando estimula nos principais canais de comunicações e nas mídias alternativas um discurso pautado no ódio, no preconceito regional, na discriminação de raças e em tendências ideológicas repugnantes.

O calo no ego da direita nacional vem do fato de que a população deu sinais claros de que não aceita mais as regras impostas por décadas de domínio de uma única classe, a dos patrões, oligarquias e mandatários do capital. Nos últimos 12 anos o povo conheceu o outro lado do papel do estado e do governo através de políticas sociais e econômicas que proporcionaram melhorias de vida para maioria da população que por séculos ficou a margem da exclusão social, sem investimentos em educação nem possibilidades de crescimento coletivo. Agora, diante de tantas conquistas, as massas antes excluídas querem bem mais do que foi oferecido até então; querem também participar diretamente das decisões do poder, querem o aprofundamento da democracia com representação direta e direito a bons salários, casa, mais comida na mesa, transporte público ou individual, terra, emprego e cultura, tudo o que a direita e sua elite egoísta e privatista negaram por séculos e agora veem que não tem mais como voltar ao passado, pois o povo deixou claro que não abre mão dos direitos conquistados.

Diante a tudo isso, à direita e sua elite dominante que pela quarta vez perdeu pelo voto poderá querer se impor pelo golpe, e para tal propósito ela ainda tem poderes que se escondem nas peças ideológicas dos discursos nazinacionalistas fabricados pelos seus correspondentes midiáticos, fundamentalistas que promovem o terrorismo financeiro incrustado numa antipropaganda que nega os avanços do governo atual e dissimulando suas intenções num discurso de volta ao passado alimentado por uma oposição incompetente que, para se afirmar precisa somente negar a realidade que o povo, livremente, reafirmou no último dia 26 de outubro.

Porém, o povo e principalmente a juventude já conhecem as artimanhas putrefatas que exalam dos porões da casa grande e das mansões da zona sul paulista, e por isso, continuará vigilante para, quando for preciso, sair às ruas para defender o novo país que nasce da vontade popular.

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