segunda-feira, 27 de outubro de 2014

ACORDÃO TAMBÉM FOI DERROTADO EM CAICÓ

Olhando para o próprio umbigo, Vivaldo Costa, Álvaro Dias e Roberto Germano ampliam derrota de seus candidatos no segundo turno das eleições

Representantes do acordão em Caicó saíram derrotados

Contra fatos e os números das urnas não há argumentos nem discursos que dê jeito. Ao final do segundo turno das eleições para presidente e governador, o trio que consolidou o acordão em Caicó, em apoio a candidatura de Henrique Alves(PMDB) tiveram que amargar mais uma derrota nas urnas.

Mesmo querendo colocar panos quentes nos fatos, o recado das urnas foi bastante claro. O desempenho dos três principais representantes do conservadorismo político em Caicó não conseguiu alavancar a vitória dos seus candidatos aqui na cidade. Numa demonstração explícita, o povo renegou as candidaturas ao governo e a presidente da República defendidas pelo prefeito Roberto Germano(PMDB), pelo agora deputado Álvaro Dias(PMDB) e pelo ex-deputado Vivaldo Costa(PROS), este último buscava um suspiro para se salvar da derrota das urnas no primeiro turno, mas... O povo quis o contrário.

Defendendo duas candidaturas impopulares, a de Aécio/PSDB para presidente e do oligarca Henrique Alves(PMDB) ao governo, o trio do acordinho municipal imaginava ter forças suficientes para manter uma hegemonia de votos que já não têm mais, caíram na contradição do discurso e viram Fátima Bezerra/PT eleita com maioria de votos para o Senado, Robinson Faria/PSD para o governo e Dilma/PT para presidenta, todos, com ampla maioria de votos sobre seus candidatos, tanto em Caicó como na região e em todo o estado.

Mesmo com o explícito e imoral apoio dos canais de comunicação da cidade: blogs, emissoras de rádios e do poder econômico, o que se viu ao final da apuração dos votos foi o desgaste de um prefeito que começa a ter sua administração rejeitada pela falta de pro-atividade, um ex-deputado que, sem mais o que fazer, nem como sobreviver politicamente, continua usando um hospital como objeto de barganha eleitoral junto a um eleitorado pobre e desassistido e outro que retorna a Assembleia sem o apoio dos seus concidadãos, já que em Caicó teve reduzido número de votos.

Quanto ao povo, o recado tá dado, vem mais mudanças por ai!

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