terça-feira, 6 de maio de 2014

EXISTE RESPOSTA INSTITUCIONAL AO PROBLEMA DO RACISMO?

Em dezembro de 2013, após uma visita de dez dias ao Brasil, o Grupo de Trabalho das Nações Unidas (ONU) sobre Afrodescendentes apontou um grande contraste entre a precariedade da situação dos negros e o elevado crescimento econômico do país. A comitiva esteve em cinco cidades, reuniu-se com autoridades e representantes da sociedade civil, visitou favelas e quilombos e confirmou que, entre negros e brancos, existem desigualdades de acesso à educação, à Justiça, à segurança e aos serviços públicos.

Também identificou a existência de racismo nas estruturas de poder, nos meios de comunicação e no setor privado. Reconheceu os esforços do governo para combater o racismo com a criação da Secretaria Especial de Políticas de Promoção de Igualdade Racial, a aprovação do Estatuto da Igualdade Racial, adoção de cotas nas universidades, a instituição da lei 10639/3, que obriga o ensino da cultura afro-brasileira nas escolas e o projeto de lei sobre as cotas para negros no serviço público. 

A Presidenta Dilma se mostrou muito comprometida com a causa e esta série de iniciativas vêm sendo adotadas pelo governo federal no sentido de deixar evidente para a sociedade brasileira que o racismo é repudiado pelo governo e que, portanto, também a sociedade deve se mobilizar para combatê-lo. 

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