quinta-feira, 24 de abril de 2014

JUSTIÇA COM AS PRÓPRIAS MÃOS


Muitos jovens têm chegado à conclusão que, assim como o uso exagerado do Facebook e Twitter, a pornografia está tirando um tempo precioso de suas vidas.

Quer dizer que fizemos a Revolução Sexual para ir para casa fazer sexo com nós mesmos? O futuro é um quarto escuro iluminado pela tela de um tablet trepidante? Calma. Não há nada de errado com a masturbação, nem com pornografia, desde que elas não afetem a sua vida (ver teste ao lado).

Aliás, tirando quem realmente tem um problema sério, o que mais se observa é uma tentativa do “uso consciente” dos sites adultos. Sabe a tendência que já se espalhou de dar um tempo nas redes sociais? Pois é, muitos jovens têm chegado à conclusão que, assim como o uso exagerado do Facebook e Twitter, a pornografia está tirando um tempo precioso de suas vidas.

Passar a noite de vídeo em vídeo pode ser prazeroso no curto prazo, mas vale a exaustão do dia seguinte? “Do modo como é hoje, a pornografia pede que deixemos para trás nossa ética, nosso senso estético e nossa inteligência”, constata Alain de Botton. Vem daí aquela sensação de repugnância e derrota quando a euforia chega ao fim. Mas não precisa jogar o computador fora, abandonar tudo e ir morar numa montanha. Assim como com outras tentações, você precisa estar consciente do risco que corre e simplesmente apreciar com moderação. “Acho que essa reflexão acerca do nosso comportamento é mais enriquecedora que o resultado de qualquer estudo”, diz Wilson.

O certo é que a pornografia nunca vai acabar. Ela é fundamental na vida sexual de quem menos se imagina.

Fonte: Superinteressante

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